Dumb (Idiot, very stupid)
A bore is a man who has nothing to say and says it anyway.
Entre lágrimas copiosas,
torpezas vis,
segredos hediondos
um presságio de algo terrível.
Espetáculo marcado
pelo exagero,
pela artificialidade,
pelo caráter lacrimoso
inverossímil e moralista.
De suas tramas tecidas
repletas de reviravoltas bruscas,
recursos fáceis
e efeitos espetaculares.
Ninguém morre de uma vez só. Morre-se aos poucos. Matamos primeiro a infância e, com ela, morre a inocência. É preciso matá-la para sobreviver num mundo de artimanhas, malícias, onde há mais glória na detruição do inimigo do que na vitória. A verdade nua e crua é esta: A puerilidade desperta a jocosidade! O patético é que rimos do que fomos, como quem ri do seu pedaço morto.
Fazemos crítica cultural. No sentido mais ambicioso da expressão. Passeamos livremente da literatura à sociologia, da filosofia ao urbanismo para analisar aspectos relativos a determinado fator de estudo e destruir este núcleo de identidade. Que afeta a trama social e as relações culturais. Não queremos a propagação do maior vício do sistema político provinciano _ o manejo clientelista do problema social. Os planos sociais estão atados a uma pirâmide de estúpidos caudilhos municipais e regionais que 'cuidam' da população local. Todos sabem disso , mas muitos não querem reconhecer. Reformas são muito difíceis, pois, o clientelismo forma um círculo vicioso.
Que sejam malditos pelo que comem e pelo que bebem;
pelo o que andam e pelo que param;
quando remam e quando cavalgam;
porque riem e porque choram;
em casa ou no campo;
na água ou em terra;
em todos os lugares.
Amaldiçoados sejam seus pensamentos e suas cabeças;
seus olhos e seus ouvidos;
suas línguas e seus lábios;
seus dentes e suas gargantas;
seus ombros e seus peitos;
seus pés e suas pernas;
suas coxas e seus bofes.
E que permaneçam malditos da sola dos pés ao alto da cabeça,
a não ser que reflitam no que dizem e pensam e fazem,
e venham dar satisfações.